Raoul Follereau, conhecido mundialmente como apóstolo moderno na luta contra a hanseníase, desde 1954 instituiu o último domingo de janeiro como sendo o “Dia Mundial da Pessoa Atingida pela Hanseníase”.
No Brasil, a hanseníase ainda é considerada um problema de saúde pública, já que o país ocupa o segundo lugar no ranking em número de casos, ficando atrás, apenas, da Índia. Desde 2004, o Congresso Nacional instituiu o último domingo de janeiro, como sendo o “Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase”
Em 2012, será comemorado em 29 de janeiro, o “Dia de Combate e Prevenção da Hanseníase”, que é uma oportunidade para alertar a sociedade.
A identificação dos doentes, o tratamento e o exame de contatos, evita a disseminação da doença, quebrando a cadeia de transmissão e sua eliminação enquanto problema de saúde pública.
Apesar de ser uma doença que apresenta cura, se tratada adequada e ininterruptamente, ainda temos inúmeros casos com incapacidade severas no diagnóstico, que reflete uma situação de identificação tardia dos sinais e sintomas da doença.
Um dos maiores desafios no combate à hanseníase refere-se à disseminação de informação, que deve ser priorizada, tanto por parte dos profissionais de saúde quanto pela comunidade em geral.