Apoiados pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para criar verdadeiros gigantes no setor de carnes, os frigoríficos brasileiros continuam patinando, sem apresentar lucro, informa reportagem de Tatiana Freitas publicada na Folha desta sexta-feira.
Mesmo com resultados negativos, a proposta de formar multinacionais brasileiras nessa área traz valor ao país, defende Wesley Batista, 41, presidente da JBS, maior empresa de carnes do mundo.
O empresário atribui o prejuízo de R$ 183 milhões em 2011 (até setembro) a um fator pontual e rebate críticas sobre a relação com o BNDES.
"Nós fomos ao BNDES levar oportunidades que achamos excelentes. Para nós, o BNDES foi um investidor como qualquer um outro", disse em entrevista à Folha.
Ele afirma que o banco aposta em retorno no longo prazo e que a JBS está pronta para "colher frutos" de suas aquisições neste ano.
Leia a entrevista na edição da Folha desta sexta-feira.