Leyciane Ribeiro, 17 anos, foi morta a tiro quando saia de uma festa no bairro Coophavila 2, na saída para Sidrolândia, por volta das 3h30 desata quarta-feira (16). De acordo com o delegado Igor Teodoro Arakaki, da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Piratininga, os motivos ainda estão sendo investigados.
Conforme o delegado, Leyciane estava acompanhada de mais duas adolescentes (de 12 e 14 anos, estima-se). Elas saiam da festa e pediam carona na Rua dos Arquipélagos. N. conduzia um Gol branco acompanhado por dois amigos. Assim que as adolescentes embarcaram, dois homens em duas motocicletas começaram a seguir o carro e um deles atirou.
O projétil atingiu o ombro de Leyciane e atravessou até o peito. Os rapazes ainda a levaram ao posto de saúde do bairro Aero Rancho, mas, ela não suportou o ferimento.
Uma das adolescentes já foi ouvida pelo delegado, a outra fugiu antes que os rapazes seguissem à unidade de saúde. Os rapazes ainda não foram encontrados.
Conforme a irmã da vítima, que preferiu não ser identificada, a garota “gostava de sair”. “Está difícil de ter informação porque a gente não conhece estes rapazes e ela nunca recebeu ameaça de morte ou esteve me briga”, afirma ao Capital News.
Nossa equipe entrou em contato por telefone com a mãe da vítima. Ela está no Instituto Médico Legal e Odontológico (Imol) aguardando a liberação do corpo, que deve ser velado na Capela da Pax Mundial em frente ao Horto Florestal.
Ela conta que a filha lhe havia informado na noite de ontem que iria buscar celular na casa de um amigo. “Não sei em que festa ela estava, nem com quem. Ela, por volta das 7 ou 8 horas da noite disse que iria buscar celular na casa de uma amigo. Por que não ligou avisando que ia na festa?”
O delegado busca os rapazes e a outra adolescente para ouvi-los sobre o caso.