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22/09/2011 - 17h11 - Campo Grande
Campo Grande adere à etapa II do Minha Casa, Minha Vida

Foto:Denilson Secreta
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Com previsão de autorizar projetos que contemplarão cerca de três mil unidades habitacionais apenas em 2011, a Caixa Econômica Federal e Prefeitura de Campo Grande assinaram nesta quinta-feira (22) o termo de adesão à segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), que na primeira fase conseguiu realizar o sonho da casa própria de mais de 2,8 mil famílias, que foram beneficiadas por meio de programas viabilizados em parceria entre governos Federal, Estadual e o Município.

Vinda de Brasília para participar da cerimônia, realizada no canteiro de obras do Residencial Ronaldo Tenuta, no bairro Caiobá, a superintendente nacional da Caixa, Bernadete Coury, ressaltou o compromisso do prefeito Nelson Trad Filho, que mesmo no final de seu mandato fez questão de garantir a participação da Capital sul-mato-grossense no programa, que em nível nacional prevê dois milhões de novas moradias até o ano de 2014.

“É, sem dúvida, um gesto louvável do prefeito Nelson Trad Filho, garantir que Campo Grande esteja inserida neste montante. Ele deixa o cargo em alguns meses, mas teve a preocupação de deixar certo que a população, independente do novo gestor, tenha a oportunidade de ser contemplada pelo Minha Casa, Minha Vida. Campo Grande se destaca pois na primeira etapa superou o número previsto”, disse a superintendente da Caixa, salientando que o sucesso do programa na Capital deve-se, principalmente, à parceria dos governos Municipal, Estadual e Federal que, segundo ela, foi muito bem encaminhado por Nelsinho.

Para o prefeito, a assinatura do termo reforça o compromisso da Prefeitura para com a política da habitação local. “Os recursos estão lá para esta finalidade e nós, como responsáveis pelo desenvolvimento e pelos programas sociais voltados à população, temos o dever de prever e garantir que a cidade não fique de fora de programas como este do Minha Casa, Minha Vida, que na etapa 1 conseguiu solucionar de fato a questão da moradia para milhares de famílias”, disse Nelsinho, lembrando que a Prefeitura abre mão de impostos para dar incentivos fiscais e tributários para que as empreiteiras apostem e invistam na construção de casas em Campo Grande, o que afeta diretamente o cidadão que consegue com mais facilidade a aquisição do imóvel.

Nesta segunda etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, o governo Federal fez algumas modificações para melhorar a qualidade dos imóveis, com intuito de suprir algumas necessidades verificadas no decorrer da implantação dos projetos. Além de aumentar o teto da renda exigida para quem procura pelo programa - de três salários mínimos hoje, passará a contemplar famílias com renda de até R$ 1,6 mil -, o programa passou a exigir que os projetos ofereçam em todas as unidades, o sistema de aquecimento solar. Outra exigência foi a colocação de azulejos nas paredes “molhadas”, ou seja, da cozinha, banheiro e lavanderia.

“São exigências que, definitivamente, solucionam esta questão da moradia para aqueles que buscam o programa e a aquisição da casa própria. Antes, o aquecimento solar era opcional, hoje é exigência. Antes, o azulejo era colocado por quem adquiria o imóvel; hoje ele já recebe com o acabamento. Outro fator é que os imóveis serão construídos de maneira a atender pessoas com necessidades especiais. O espaço deverá obrigatoriamente permitir o giro da cadeira de rodas. Enfim, são mudanças que melhoram o conforto para as famílias”, explicou o superintende da Caixa em Mato Grosso do Sul, Paulo Antunes de Siqueira, que esteve presente à solenidade.

Participaram da cerimônia o secretário municipal de Governo e Relações Institucionais, Rodrigo de Paula Aquino e trabalhadores da obra do Residencial Ronaldo Tenuta, que tem quase 50% de sua mão de obra formada por mulheres.
 

Postado por: Redação - Roberto Rodrigues Bernardo (67) 9958-7235
Fonte: pmcg.ms.gov.br
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