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NOTÍCIAS
07/05/2010 - 10h19 - Mundo
Investigação sugere que Airbus tentou voltar para o Brasil, diz jornal

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O Airbus A330 da Air France que se acidentou no Oceano Atlântico no dia 31 de maio do ano passado pode ter dado meia volta para tentar retornar ao Brasil antes de cair no mar, matando seus 228 ocupantes, diz o jornal "Le Figaro" nesta sexta-feira (7), com base na entrevista com uma fonte governamental francesa.

Cobertura completa: voo 447

A hipótese se baseia na fixação de uma nova zona de busca das caixas-pretas do voo 447 que faza rota Rio-Paris, a partir de um suposto sinal do equipamento registrado pelo sonar do submarino nuclear francês Emeraude, em 1º de julho do ano passado.

Leia também: França diz que identificou área onde estariam as caixas-pretas do voo 447

Se for confirmado que a aeronave caiu nessa área, a cerca de 40 km a sudoeste de sua última posição conhecida, "significaria que o avião estava sem orientação, e, conforme os procedimentos em vigor, deu meia volta para sair de uma zona de nuvens cumulonimbos para voltar ao Brasil", afirmou a fonte ao jornal francês.

Buscas
Segundo o Escritório de Investigações e Análises (BEA), que investiga o acidente, o navio Seabed Worker, com robôs submarinos, vai realizar buscas no novo perímetro delimitado a partir desta sexta-feira (7).

Técnicos da Thales (empresa fabricante do sonar) e especialistas da Marinha francesa consideram que as caixas-pretas da aeronave enviaram os sinais detectados pelo submarino, o que permitiu o estabelecimento de uma área com raio de 5 km.

O problema, agora, será localizar as caixas-pretas e resgatá-las. As autoridades francesas, no entanto, estão prudentes quanto as chances de recuperação do equipamento. Segundo porta-voz do Ministério de Defesa, general Christian Baptiste, encontrar o aparelho que pode ajudar a esclarecer as causas da tragédia "é como encontrar uma caixa de sapatos em um espaço tão grande quanto a cidade de Paris, em um terreno tão acidentado quanto a cordilheira dos Andes".

Técnicos da Thales (empresa fabricante do sonar) e especialistas da Marinha francesa consideram que as caixas-pretas da aeronave enviaram os sinais detectados pelo submarino, o que permitiu o estabelecimento de uma área com raio de 5 km.

O problema, agora, será localizar as caixas-pretas e resgatá-las. As autoridades francesas, no entanto, estão prudentes quanto as chances de recuperação do equipamento. Segundo porta-voz do Ministério de Defesa, general Christian Baptiste, encontrar o aparelho que pode ajudar a esclarecer as causas da tragédia "é como encontrar uma caixa de sapatos em um espaço tão grande quanto a cidade de Paris, em um terreno tão acidentado quanto a cordilheira dos Andes".

Técnicos da Thales (empresa fabricante do sonar) e especialistas da Marinha francesa consideram que as caixas-pretas da aeronave enviaram os sinais detectados pelo submarino, o que permitiu o estabelecimento de uma área com raio de 5 km.

O problema, agora, será localizar as caixas-pretas e resgatá-las. As autoridades francesas, no entanto, estão prudentes quanto as chances de recuperação do equipamento. Segundo porta-voz do Ministério de Defesa, general Christian Baptiste, encontrar o aparelho que pode ajudar a esclarecer as causas da tragédia "é como encontrar uma caixa de sapatos em um espaço tão grande quanto a cidade de Paris, em um terreno tão acidentado quanto a cordilheira dos Andes".

Técnicos da Thales (empresa fabricante do sonar) e especialistas da Marinha francesa consideram que as caixas-pretas da aeronave enviaram os sinais detectados pelo submarino, o que permitiu o estabelecimento de uma área com raio de 5 km.

O problema, agora, será localizar as caixas-pretas e resgatá-las. As autoridades francesas, no entanto, estão prudentes quanto as chances de recuperação do equipamento. Segundo porta-voz do Ministério de Defesa, general Christian Baptiste, encontrar o aparelho que pode ajudar a esclarecer as causas da tragédia "é como encontrar uma caixa de sapatos em um espaço tão grande quanto a cidade de Paris, em um terreno tão acidentado quanto a cordilheira dos Andes".

Técnicos da Thales (empresa fabricante do sonar) e especialistas da Marinha francesa consideram que as caixas-pretas da aeronave enviaram os sinais detectados pelo submarino, o que permitiu o estabelecimento de uma área com raio de 5 km.

O problema, agora, será localizar as caixas-pretas e resgatá-las. As autoridades francesas, no entanto, estão prudentes quanto as chances de recuperação do equipamento. Segundo porta-voz do Ministério de Defesa, general Christian Baptiste, encontrar o aparelho que pode ajudar a esclarecer as causas da tragédia "é como encontrar uma caixa de sapatos em um espaço tão grande quanto a cidade de Paris, em um terreno tão acidentado quanto a cordilheira dos Andes".

Técnicos da Thales (empresa fabricante do sonar) e especialistas da Marinha francesa consideram que as caixas-pretas da aeronave enviaram os sinais detectados pelo submarino, o que permitiu o estabelecimento de uma área com raio de 5 km.

O problema, agora, será localizar as caixas-pretas e resgatá-las. As autoridades francesas, no entanto, estão prudentes quanto as chances de recuperação do equipamento. Segundo porta-voz do Ministério de Defesa, general Christian Baptiste, encontrar o aparelho que pode ajudar a esclarecer as causas da tragédia "é como encontrar uma caixa de sapatos em um espaço tão grande quanto a cidade de Paris, em um terreno tão acidentado quanto a cordilheira dos Andes".

Técnicos da Thales (empresa fabricante do sonar) e especialistas da Marinha francesa consideram que as caixas-pretas da aeronave enviaram os sinais detectados pelo submarino, o que permitiu o estabelecimento de uma área com raio de 5 km.

O problema, agora, será localizar as caixas-pretas e resgatá-las. As autoridades francesas, no entanto, estão prudentes quanto as chances de recuperação do equipamento. Segundo porta-voz do Ministério de Defesa, general Christian Baptiste, encontrar o aparelho que pode ajudar a esclarecer as causas da tragédia "é como encontrar uma caixa de sapatos em um espaço tão grande quanto a cidade de Paris, em um terreno tão acidentado quanto a cordilheira dos Andes".

O BEA acredita que, caso encontradas as caixas-pretas elas poderão ser analisadas, já que foram concebidas para resistir a impactos fortíssimos, temperaturas superiores a mil graus (por conta da possibilidade de incêndios) e pressões equivalentes às de locais a seis mil metros abaixo do nível do mar.

Postado por: Roberto Rodrigues Bernardo (67) 9958-7235
Fonte: G1
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